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Epilepsia: condição que pode atingir qualquer pessoa


A epilepsia atinge pessoas de todas as idades, etnias, sexo e classe econômica.

Essa condição neurológica acomete cerca de uma em cada 100 pessoas.


A epilepsia entrou pela primeira vez na agenda da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2015 como doença prioritária, necessitando de uma ação coordenada em nível de cada país, dirigida aos seus aspectos médicos, sociais e de conhecimento público. Segundo a OMS, cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de epilepsia. Essa estatística posiciona a epilepsia como uma das doenças neurológicas mais comuns no planeta.

De acordo com OMS, a epilepsia atinge pessoas de todas as idades, etnias, sexo e classe econômica. E 70% daqueles que procuram tratamento conseguem controlar a doença.

Essa condição neurológica acomete cerca de uma em cada 100 pessoas. A doença é caracterizada pela ocorrência de crises epilépticas, que se repetem em intervalos variáveis. Essas crises são as manifestações clínicas de uma descarga anormal de neurônios, que são as células que compõem o cérebro.

Para marcar a iniciativa global de alerta para a necessidade de diagnóstico e tratamento da doença, a OMS instituiu o Dia Internacional da Epilepsia, que transcorre em 13 de fevereiro. Em 2018, a entidade alertou que quase 80% dos casos registrados no mundo estão em países de baixa e média renda. E três quartos das pessoas com a condição que vivem nesses países não recebem tratamento adequado, daí a importância de intervenções que revertam esse quadro.


O QUE É


Segundo a Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro que não é causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Se ficarem restritos, a crise será chamada parcial; se envolverem os dois hemisférios cerebrais, generalizada. Por isso, algumas pessoas podem ter sintomas mais ou menos evidentes de epilepsia, não significando que o problema tenha menos importância se a crise for menos aparente.

As crises epiléticas duram segundos ou minutos e podem causar abalos musculares, quedas, perda da consciência, movimentos automáticos de mãos, boca, face ou pernas, perda de urina ou, mais raramente, fezes.

Existem, ainda, as crises que ocorrem exclusivamente durante o sono, que podem não ser presenciadas pelos familiares e o indivíduo pode ter completa amnésia sobre o ocorrido. A pessoa acorda, por vezes, com dores musculares, cansada e não é incomum haver mordedura da língua.

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