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Crise epilética nem sempre é epilepsia

Você sabia disso? Leia o texto e descubra as nuances dessas crises.


Estima-se que 10% da população pode ter uma única crise epilética no decorrer da vida, informa o Hospital Albert Einstein em seu site. Desses casos, metade costuma ocorrer na infância ou na adolescência, com maior risco antes de 1 ano de idade. Outro período mais suscetível é na terceira idade. Na infância, o cérebro é mais propenso em função do amadurecimento cerebral. Na terceira idade, outros problemas de saúde, como acidente vascular cerebral (AVC), tumor e demência podem estar presentes e facilitar a ocorrência de crises.

Mas nem sempre uma crise epilética é epilepsia. A hipoglicemia (taxa baixa de açúcar no sangue), o aumento súbito da temperatura corporal, o excesso de drogas e álcool ou mesmo alguns medicamentos em pessoas sensíveis também podem causar convulsão. O tratamento é a correção do fator desencadeante: os níveis de açúcar no sangue, a temperatura corporal ou ainda a retirada da droga ou do medicamento que casou a convulsão.

Outros problemas, como ansiedade excessiva e alterações psiquiátricas, podem provocar desmaios, que, clinicamente, são muito parecidos com as crises epilépticas. Nesses casos, não há a ocorrência de descargas cerebrais anormais e, por esse motivo, não é epilepsia.


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